inês botelho 

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Jornal – "Correio de Azeméis"

Data – 19 de Dezembro de 2006

Jornalista –

Título – Inês Botelho encerra feira do livro

Subtítulo – Feira do livro na E.B. 2,3 de Carregosa juntou alunos das escolas da freguesia

Introdução – A escritora Inês Botelho, autora da trilogia “O Ceptro de Aerzis”, esteve na Escola EB 2,3 de Carregosa no dia 12 de Dezembro, para um encontro com os alunos do 7º, 8º, 9º anos e uma turma CEF (Cabeleireiro de Senhoras).

Texto

Este evento foi organizado pela Biblioteca/ Centro de Recursos da Escola e contou com a colaboração dos professores de Língua Portuguesa dos referidos anos, nomeadamente na preparação do “I Concurso Literário ‘Inês Botelho’”. Este foi promovido pela turma CEF, sendo a entrega dos prémios aos três melhores trabalhos, feito na presença da escritora.

Inês Botelho começou por apresentar um powerpoint sobre a sua trilogia, fazendo referência às protagonistas de cada um dos livros, a saber: Ailura, iniciadora e impulsionadora da história; Galaduinne, filha de Ailura , e elo de ligação com o enredo do primeiro volume; Iruvienne, neta de Ailura que, como portadora da essência do seu povo, consegue trazer paz àquela comunidade e, assim, concluir a história.

Seguidamente os alunos questionaram a escritora sobre aspectos relacionados com esta trilogia, como por exemplo acerca do título de cada um dos volumes (A Filha dos Mundos; A Senhora da Noite e das Brumas; A Rainha das Terras da Luz), tendo Inês Botelho explicado que eles representam o nome pelo qual cada protagonista é conhecida, à semelhança dos cognomes dos reis portugueses.

Esta jovem escritora, estudante de Biologia, revelou estar a escrever um livro, diferente desta trilogia, no sentido em que não se trata de uma história fantástica, que será de publicação individual, mas escusou-se a dar mais pormenores uma vez que o mesmo não está acabado.
A vinda desta escritora foi programada para encerrar a Feira do Livro, outra das actividades da Biblioteca/Centro de Recursos da Escola, cujo início foi a 4 de Dezembro e decorreu conforme previsto: foi visitada pelos alunos do Agrupamento (Jardins de Infância e 1º ciclo), do Centro Social de Carregosa, bem como pelos Encarregados de educação e comunidade envolvente, no sábado, dia 9 de Dezembro.

A coordenadora da Biblioteca/Centro de Recursos gostaria de agradecer o apoio da editora Gailivro para a realização do Encontro com Inês Botelho, bem como ao Vereador da Educação da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Albino Martins, pela disponibilização de transporte para os alunos do 1º ciclo, para que estes pudessem vir à Feira do Livro. É de realçar que são os alunos das faixas etárias mais baixas (Jardins de Infância e 1º ciclo) que revelam mais entusiasmo no contacto com os livros e nesta questão de incentivo à leitura é realmente “de pequenino que se torce o pepino”.

 

 

Jornal – "Falcão do Minho"

Data – 16 de Novembro de 2006

Jornalista –

Título – Jovens de Esposende rendidos à “Semana do Fantástico”

Introdução – Está a ser verdadeiramente fantástica a “Semana do Fantástico”, que a Biblioteca Municipal de Esposende está a promover, com o objectivo de cativar os jovens para leitura.

Excerto

(…) Ontem à tarde foi a vez de Inês Botelho, autora da trilogia “O Ceptro de Aerzis”, cuja obra já vai na 5.ª edição, tendo também falado do seu percurso literário e dos projectos para o futuro. Natural de Vila Nova de Gaia, esta jovem escritora de 20 anos, matou a curiosidade da assistência, explicando como tudo começou, os passos que deu até editar o primeiro livro, as dificuldades que encontrou, como concilia a escrita com os estudos, como nasce a história e o nome das personagens, quais são os seus gostos literários, entre muitas outras questões.

No final, e à semelhança do dia anterior, os jovens, que aderiram massivamente a estes encontros, deliciaram-se com um “lanche fantástico”. (…)

 

 

Jornal – "Correio de Azeméis"

Data – 23 de Maio de 2006

Jornalista – Ana Catelas

Título – Inês Botelho aconselhou à leitura

Subtítulo – Jovem escritora esteve na EB 2,3 Comendador Ângelo Azevedo a dialogar com os alunos

Introdução – No âmbito do Plano de Actividades da Biblioteca/Centro de Recursos da EB 2,3 Comendador Ângelo Azevedo, a escritora Inês Botelho esteve neste estabelecimento de ensino à conversa com os alunos dos 7º e 8º anos. O encontro decorreu no anfiteatro da escola, onde a jovem deu a conhecer um pouco da sua experiência literária e divulgou algumas das suas preferências pessoais.

Texto

Estudante de Biologia, na faculdade de Ciências do Porto, Inês Botelho esteve na Escola Comendador Ângelo Azevedo a responder às questões colocadas pelos alunos. Aqui confessou que o livro que mais gostou de escrever até ao momento foi o último. “É aquele em que eu, inevitavelmente, estou mais madura, mais crescida e com mais treino, porque apesar de uma pessoa ter um certo jeito para escrever, quanto mais se escreve, provavelmente, melhor fica”, disse a jovem de 19 anos.

Natural de Vila Nova de Gaia, Inês Botelho rejeita a hipótese de vir a escrever um livro em conjunto com outro escritor, uma vez que não tem por habito passar as suas ideias para o papel antes de formar uma história. “Eu gosto de escrever sozinha”, frisou a escritora, acrescentando “como eu sei que é difícil explicar-me a outras pessoas, não me parece que fosse fácil ou que fosse resultar bem fazer esse trabalho de escrita conjunta com outro escritor”.

Não se pode ter tudo na vida…

Lançou o seu primeiro livro aos 17 anos e ainda hoje se confessa envergonhada quando tem à sua frente os seus “heróis, os escritores”. Na opinião da jovem, para se ser escritor é necessário ter uma certa paixão por aquilo que se faz. “Como tudo na vida tem que se ter uma certa humildade e saber que ainda se tem muito a aprender”, disse Inês Botelho, aconselhando aos possíveis escritores a ler muito.

Sendo uma apaixonada pela escrita, Inês Botelho confessa que costuma escrever nas férias e, por isso, muitas vezes, tem que abdicar de ir à praia com os amigos. “Eu tenho a sorte de ter não só pais, mas também amigos muito compreensivos e que me apoiam muito. Eles estão habituados a que a Inês escreva durante todo o dia e, então, já gerimos as actividades mais para o final da tarde e noite”, salientou a escritora, concluindo que “nem sempre se pode ir a tudo aquilo que se quer”.

 

 

 

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