Haverá trilhos: Espelhos nossos
Revista Bang! 30 (2021)

Artigo de opinião a olhar para as representações femininas nas grandes produções de cinema e televisão, lembrando ainda o trabalho de alguma autoras amiúde esquecidas.

Haverá trilhos: Futuros pretéritos
Revista Bang! 29 (2021)

Artigo de opinião a analisar as narrativas e políticas tanto da saga Star Wars como dos filmes e séries televisivas que a rodeiam.

Tale as new as time: manifestations of “Beauty and the Beast” and “Bluebeard” in Jordan Peele’s Get Out
Literature and the Arts since the 1960s: Protest, Identity and the Imagination
(Jorge Almeida e Pinho e Márcia Lemos ed., 2020)

Análise a como Get Out de Jordan Peele se converte numa versão quer de “A Bela e o Monstro” quer de “O Barba Azul”, inserindo-se na tradição dos contos de fadas de cariz político e oferecendo o mais estimulante dos três filmes adstritos ao ciclo de noivos animais que estrearam em 2017.

Haverá trilhos: Por universos muito navegados
Revista Bang! 28 (2020)

Artigo de opinião sobre a tendência aparentemente actual de regressar a mundos ficcionais já trabalhados noutras obras, seja com novas adaptações ou com prequelas e sequelas, notando alguma da frequência histórica desses revisitares e entrando por diversos exemplos recentes nas áreas da literatura e do audiovisual.

Prefácio: Leituras ao cardápio social
Herr Prosit Lê o Cardápio ou Hoje jejuamos (Luís Filipe Silva, 2020)

Prefácio para a noveleta de Luís Filipe Silva Herr Prosit Lê o Cardápio ou Hoje jejuamos, criada no contexto do projecto Alimentopia – Utopian Foodways, a esboçar as linhas gerais do seu trabalho enquanto escritor e interveniente activo na cena artística nacional relacionada com o fantástico, destacando também certos aspectos desta ficção.

Prefácio: Um gosto a cosmos
Um Gosto a Céu no Lago do Breu (João Barreiros, 2020)

Prefácio à novela de João Barreiros Um Gosto a Céu no Lago do Breu, desenvolvida no âmbito do projecto Alimentopia – Utopian Foodways, delineando uma pequena introdução às características do autor, muitas delas patentes nesta obra da qual se focam ainda algumas especificidades.

Away, foul creature! But not too far.
The Portuguese Portal (2020)

Breve leitura da novela de Alexandre Herculano “A Dama Pé-de-Cabra: rimance de um jogral”, orientada para apresentar as propriedades base do texto e do autor a um público internacional.

Haverá trilhos: Velhas melodias, canções novas
Revista Bang! 27 (2019)

Artigo de opinião a assinalar o quadragésimo aniversário da publicação da obra The Bloody Chamber And Other Stories de Angela Carter, coincidente com os também quarenta anos do seu The Sadeian Woman – An Exercise in Cultural History, realçando a necessidade de desconstruir e contrariar as narrativas que se instalam nas sociedades.

Haverá trilhos: Sem deuses nem demónios
Revista Bang! 26 (2019)

Artigo de opinião em torno dos retratos que a ficção tem tecido à ciência, partindo tanto da recepção à obra de Mary Shelley Frankenstein; or the modern Prometheus como das ligações do livro ao debate vitalista de 1814-1819 e avançando depois pelas representações de cientistas no cinema e na televisão do presente século.

Marulhar
Palavras Correntes (2019)

Definição do vocábulo “marulhar” elaborada de forma a descrever o festival literário Correntes d’Escritas e as experiências aí vivenciadas, integrado num volume concebido para servir de dicionário a esse encontro de escritores.

Tempo de paz, tempo de assombros
Revista Bang! Online (2018)

Artigo natalício, concebido para a versão digital da Revista Bang!, relacionando o hábito Vitoriano de contar histórias arrepiantes durante os últimos dias do ano com algumas tradições associadas tanto à época festiva como ao solstício de Inverno, e terminando com sete sugestões de leituras: cinco sustos e dois contos regidos por outros assombros.

Haverá trilhos: A bela, o monstro, e as metamorfoses
Revista Bang! 25 (2018)

Artigo de opinião a considerar como os contos relacionados com “A Bela e o Monstro” aparecem de algum modo em The Shape of Water, de Guillermo del Toro, Get Out, de Jordan Peele, e tanto no livro Annihilation de Jeff VanderMeer como na adaptação cinematográfica que Alex Garland lhe gerou.

Haverá trilhos: Anais do ontem e do amanhã
Revista Bang! 24 (2018)

Artigo de opinião centrado na primeira temporada da série televisiva The Handmaid’s Tale e no filme Wonder Woman de Patty Jenkins, vistos no actual clima sociopolítico, ponderando-se ainda obras de algumas outra autoras.

Destroying and creating identity: vampires, vampirism and society in Angela Carter’s “The Scarlet House”
Dracula and the Gothic in Literature, Pop Culture and the Arts
(Isabel Ermida ed., 2016)

Leitura do conto de Angela Carter “The Scarlet House” através das diferentes manifestações de vampirismo que surgem na trama.

Prefácio: Dar novos futuros ao mundo para que o mundo termine tarde
As primeiras quinze vidas de Harry August (Claire North, 2016)

Prefácio à edição portuguesa do livro de ficção científica As primeiras quinze vidas de Harry August, da autoria de Claire North, traçando alguns dos fascínios deste género muitas vezes encarado com errónea desconfiança e julgado com perspectivas plenas de generalizações e estereótipos.

Resenha a Fashion Beast de Alan Moore
Revista Bang! 16 (2014)

Fashion Beast não é uma das obras-primas de Moore, mas movimenta-se por temas relevantes, provoca debates, vicia. E termina com uma sugestão tão inquietante quanto maravilhosa.”

Do Belo Monstruoso: representações de “A Bela e o Monstro” nos contos de Angela Carter “The Tiger’s Bride” e “The Company of Wolves”
Dissertação de mestrado, Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2013)

Investigação da presença e importância fulcrais de “A Bela e o Monstro” em cinco contos de Angela Carter – principalmente “The Tiger’s Bride” e “The Company of Wolves” mas ponderando-se também “The Courtship of Mr Lyon”, “The Werewolf”, e “Wolf-Alice” –, os quais são ainda posicionados na tradição dos contos populares e contos de fadas.

Espelho meu, espelho meu, há alguém que saiba quem sou eu?
Revista Bang! 14 (2013)

Artigo sobre como diferentes artes adoptaram e adaptaram o conto de fadas “Branca de Neve”.

From perfect housewife to rebellious princess: Snow White as portrayed by Disney and by Tarsem Singh
E-fabulations: e-journal of children’s literature (2012)

Análise comparativa da “Branca de Neve” cinematográfica produzida pela Disney, com a sua prevalente influência, e da adaptação do conto realizada por Tarsem Singh em 2012.

Resenha a Lágrimas na Chuva de Rosa Montero
Revista Bang! 13 (2012)

Lágrimas na Chuva desaproveita parte do potencial da realidade que constrói, mas permanece um livro de ficção científica bem construído, propulsionado por uma trama policial cativante. E por entre o virar de páginas imprime algumas dúvidas e inquietações.”

Fringe – Gloriosamente na periferia
Revista Bang! 12 (2012)

Artigo sobre a série televisiva de ficção científica Fringe, considerada até ao final da sua terceira temporada.

Resenha a Para cima e não para norte de Patrícia Portela
Revista Bang! 12 (2012)

Para cima e não para norte afirma-se pleno de originalidades, diversões, diferentes leituras, e termina a sugerir novos princípios.”

No Início e no Fim: Da Utopia, Eutopia e Distopia em Lord of the Flies e nas suas Adaptações Cinematográficas
E-topia: Revista Electrónica de Estudos sobre a Utopia (2012)

Posicionamento da obra de William Golding Lord of the Flies, e das suas duas adaptações cinematográficas, no domínio dos estudos utópicos.

Resenha a Mythago Wood de Robert Holdstock
Revista Bang! 11 (2011)

Mythago Wood respira mitologia celta sem se esgotar nela e embora evite os usos habituais deste tipo de temáticas não tenciona negá-los, preferindo reinventá-los. O resultado é uma obra original, surpreendente, prenhe de maravilhoso e interesse.”

Resenha a O Quarto dos Horrores de Angela Carter
Revista Bang! 10 (2011)

“Carter escreveu certa vez que gostava de colocar vinho novo em garrafas velhas, em especial quando a pressão do vinho fazia a garrafa explodir. Em The Bloody Chamber ela promove a ruptura, o vinho novo estilhaça a velha garrafa e efectua o truque com toda a mestria de quem admira o original e sabe usá-lo para criar novas vozes, novas histórias e fascínios de vastas ressonâncias.”

Resenha a Sonho Febril de George R. R. Martin
Revista Bang! 9 (2011)

“Martin nunca hesita em destruir sonhos ou sacrificar personagens, conduzindo a narrativa por caminhos não totalmente felizes, mas muito mais verosímeis. O enredo consegue sempre aliciar embora a primeira parte se revele claramente superior à segunda. Martin controla melhor o ritmo na primeira metade, utilizando a linguagem para criar uma ambiência sugestiva das duas realidades em confronto: o luxo elegante do Fevre Dream e a decadência da plantação de Julian. A repetição de determinados vocábulos ajuda também a estabelecer um contexto e uma imagética, mas tudo isto desaparece com o galopar da acção na segunda metade. Ainda assim, Sonho Febril é uma obra inteligente e cativante que perdurará na imaginação do leitor muito mais do que alguns dos seus sucedâneos recentes.”

Resenha a A Simbólica do Espaço em O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien de Maria do Rosário Monteiro
Revista Bang! 9 (2011)

“Maria do Rosário Monteiro criou uma obra essencial para qualquer leitor activo de O Senhor dos Anéis, para todos os estudiosos de Tolkien, para quem lida com o fantástico. E a ampla bibliografia apresentada permite que este seja apenas o início de uma vasta viagem.”

Entre a multiplicidade
Portal da Literatura (2010)

Crónica para a rubrica Raízes do Portal da Literatura abordando a estranheza de se dispensar conhecimento de áreas científicas ou culturais.

Resenha a O Leão de Oz de Gregory Maguire
Revista Bang! 8 (2010)

O Leão de Oz reaproxima-se do encanto sombrio de A Bruxa de Oz, mas continua a faltar-lhe alguma magia. Veremos o que sucede na anunciada quarta incursão pelas terras de Oz.”