{"id":853,"date":"2018-12-09T16:22:13","date_gmt":"2018-12-09T16:22:13","guid":{"rendered":"https:\/\/inesbotelho.com\/wp\/?page_id=853"},"modified":"2022-06-12T16:26:08","modified_gmt":"2022-06-12T16:26:08","slug":"nao-ficcao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/inesbotelho.com\/pt\/nao-ficcao\/","title":{"rendered":"N\u00e3o Fic\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Outras vozes se alevantam<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2022\/05\/02\/bang-31\/\">Revista Bang! 31<\/a> (2022)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o a analisar alguns livros recentes que assentam sobre a reescrita de mitos e figuras hist\u00f3ricas, considerando ainda como essa pr\u00e1tica ajuda a desenvolver uma percep\u00e7\u00e3o mais completa da Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Espelhos nossos<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2021\/11\/12\/bang-30\/\">Revista Bang! 30<\/a> (2021)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o a olhar para as representa\u00e7\u00f5es femininas nas grandes produ\u00e7\u00f5es de cinema e televis\u00e3o, lembrando ainda o trabalho de alguma autoras ami\u00fade esquecidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Futuros pret\u00e9ritos<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2021\/10\/06\/bang-29\/\">Revista Bang! 29<\/a> (2021)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o a analisar as narrativas e pol\u00edticas tanto da saga <em>Star Wars<\/em> como dos filmes e s\u00e9ries televisivas que a rodeiam.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Tale as new as time: manifestations of \u201cBeauty and the Beast\u201d and \u201cBluebeard\u201d in Jordan Peele\u2019s <em>Get Out<\/em><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.cambridgescholars.com\/literature-and-the-arts-since-the-1960s\"><em>Literature and the Arts since the 1960s: Protest, Identity and the Imagination<\/em><\/a><br \/>\n(Jorge Almeida e Pinho e M\u00e1rcia Lemos ed., 2020)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">An\u00e1lise a como <em>Get Out<\/em> de Jordan Peele se converte numa vers\u00e3o quer de \u201cA Bela e o Monstro\u201d quer de \u201cO Barba Azul\u201d, inserindo-se na tradi\u00e7\u00e3o dos contos de fadas de cariz pol\u00edtico e oferecendo o mais estimulante dos tr\u00eas filmes adstritos ao ciclo de noivos animais que estrearam em 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Por universos muito navegados<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2020\/07\/24\/bang-28\/\">Revista Bang! 28<\/a> (2020)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o sobre a tend\u00eancia aparentemente actual de regressar a mundos ficcionais j\u00e1 trabalhados noutras obras, seja com novas adapta\u00e7\u00f5es ou com prequelas e sequelas, notando alguma da frequ\u00eancia hist\u00f3rica desses revisitares e entrando por diversos exemplos recentes nas \u00e1reas da literatura e do audiovisual.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Pref\u00e1cio: Leituras ao card\u00e1pio social<br \/>\n<a href=\"https:\/\/repositorio-aberto.up.pt\/handle\/10216\/127183\"><em>Herr Prosit L\u00ea o Card\u00e1pio ou Hoje jejuamos<\/em><\/a> (Lu\u00eds Filipe Silva, 2020)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pref\u00e1cio para a noveleta de Lu\u00eds Filipe Silva <em>Herr Prosit L\u00ea o Card\u00e1pio ou Hoje jejuamos<\/em>, criada no contexto do projecto Alimentopia \u2013 Utopian Foodways, a esbo\u00e7ar as linhas gerais do seu trabalho enquanto escritor e interveniente activo na cena art\u00edstica nacional relacionada com o fant\u00e1stico, destacando tamb\u00e9m certos aspectos desta fic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Pref\u00e1cio: Um gosto a cosmos<br \/>\n<a href=\"https:\/\/repositorio-aberto.up.pt\/handle\/10216\/127185\"><em>Um Gosto a C\u00e9u no Lago do Breu<\/em><\/a> (Jo\u00e3o Barreiros, 2020)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pref\u00e1cio \u00e0 novela de Jo\u00e3o Barreiros <em>Um Gosto a C\u00e9u no Lago do Breu<\/em>, desenvolvida no \u00e2mbito do projecto Alimentopia \u2013 Utopian Foodways, delineando uma pequena introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s caracter\u00edsticas do autor, muitas delas patentes nesta obra da qual se focam ainda algumas especificidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"https:\/\/theportugueseportal.com\/2020\/03\/27\/away-foul-creature-but-not-too-far\/\">Away, foul creature! But not too far.<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/theportugueseportal.com\/\">The Portuguese Portal<\/a> (2020)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Breve leitura da novela de Alexandre Herculano \u201cA Dama P\u00e9-de-Cabra: rimance de um jogral\u201d, orientada para apresentar as propriedades base do texto e do autor a um p\u00fablico internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Velhas melodias, can\u00e7\u00f5es novas<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2020\/04\/09\/bang-27\/\">Revista Bang! 27<\/a> (2019)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o a assinalar o quadrag\u00e9simo anivers\u00e1rio da publica\u00e7\u00e3o da obra <em>The Bloody Chamber And Other Stories<\/em> de Angela Carter, coincidente com os tamb\u00e9m quarenta anos do seu <em>The Sadeian Woman \u2013 An Exercise in Cultural History<\/em>, real\u00e7ando a necessidade de desconstruir e contrariar as narrativas que se instalam nas sociedades.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: Sem deuses nem dem\u00f3nios<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2019\/07\/18\/revista-bang-26\/\">Revista Bang! 26<\/a> (2019)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o em torno dos retratos que a fic\u00e7\u00e3o tem tecido \u00e0 ci\u00eancia, partindo tanto da recep\u00e7\u00e3o \u00e0 obra de Mary Shelley <em>Frankenstein; or the modern Prometheus<\/em> como das liga\u00e7\u00f5es do livro ao debate vitalista de 1814-1819 e avan\u00e7ando depois pelas representa\u00e7\u00f5es de cientistas no cinema e na televis\u00e3o do presente s\u00e9culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Marulhar<br \/>\nPalavras Correntes (2019)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Defini\u00e7\u00e3o do voc\u00e1bulo \u201cmarulhar\u201d elaborada de forma a descrever o festival liter\u00e1rio Correntes d\u2019Escritas e as experi\u00eancias a\u00ed vivenciadas, integrado num volume concebido para servir de dicion\u00e1rio a esse encontro de escritores.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2018\/12\/24\/tempo-de-paz-tempo-de-assombros\/\">Tempo de paz, tempo de assombros<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/\">Revista Bang! Online<\/a> (2018)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo natal\u00edcio, concebido para a vers\u00e3o digital da Revista Bang!, relacionando o h\u00e1bito Vitoriano de contar hist\u00f3rias arrepiantes durante os \u00faltimos dias do ano com algumas tradi\u00e7\u00f5es associadas tanto \u00e0 \u00e9poca festiva como ao solst\u00edcio de Inverno, e terminando com sete sugest\u00f5es de leituras: cinco sustos e dois contos regidos por outros assombros.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Haver\u00e1 trilhos: A bela, o monstro, e as metamorfoses<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2018\/10\/31\/revista-bang-25-2\/\">Revista Bang! 25<\/a> (2018)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o a considerar como os contos relacionados com \u201cA Bela e o Monstro\u201d aparecem de algum modo em <em>The Shape of Water<\/em>, de Guillermo del Toro, <em>Get Out<\/em>, de Jordan Peele, e tanto no livro <em>Annihilation<\/em> de Jeff VanderMeer como na adapta\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica que Alex Garland lhe gerou.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2018\/08\/09\/anais-do-ontem-e-do-amanha\/\">Haver\u00e1 trilhos: Anais do ontem e do amanh\u00e3<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2018\/05\/09\/revista-bang-24\/\">Revista Bang! 24<\/a> (2018) <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo de opini\u00e3o centrado na primeira temporada da s\u00e9rie televisiva <em>The Handmaid\u2019s Tale<\/em> e no filme <em>Wonder Woman<\/em> de Patty Jenkins, vistos no actual clima sociopol\u00edtico, ponderando-se ainda obras de algumas outra autoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Destroying and creating identity: vampires, vampirism and society in Angela Carter\u2019s \u201cThe Scarlet House\u201d<br \/>\n<a href=\"https:\/\/brill.com\/abstract\/title\/32469\"><em>Dracula and the Gothic in Literature, Pop Culture and the Arts<\/em><\/a><br \/>\n(Isabel Ermida ed., 2016)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leitura do conto de Angela Carter \u201cThe Scarlet House\u201d atrav\u00e9s das diferentes manifesta\u00e7\u00f5es de vampirismo que surgem na trama.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.saidadeemergencia.com\/files\/products\/Primeiras_Quinze_Vidas_de_Harry_August.pdf\">Pref\u00e1cio: Dar novos futuros ao mundo para que o mundo termine tarde<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.saidadeemergencia.com\/produto\/as-primeiras-quinze-vidas-de-harry-august\/\"><em>As primeiras quinze vidas de Harry August<\/em><\/a> (Claire North, 2016)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pref\u00e1cio \u00e0 edi\u00e7\u00e3o portuguesa do livro de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica <em>As primeiras quinze vidas de Harry August<\/em>, da autoria de Claire North, tra\u00e7ando alguns dos fasc\u00ednios deste g\u00e9nero muitas vezes encarado com err\u00f3nea desconfian\u00e7a e julgado com perspectivas plenas de generaliza\u00e7\u00f5es e estere\u00f3tipos.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>Fashion Beast<\/em> de Alan Moore<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2014\/06\/09\/revista-bang-16\/\">Revista Bang! 16<\/a> (2014)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>Fashion Beast<\/em> n\u00e3o \u00e9 uma das obras-primas de Moore, mas movimenta-se por temas relevantes, provoca debates, vicia. E termina com uma sugest\u00e3o t\u00e3o inquietante quanto maravilhosa.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/hdl.handle.net\/10216\/72308\">Do Belo Monstruoso: representa\u00e7\u00f5es de \u201cA Bela e o Monstro\u201d nos contos de Angela Carter \u201cThe Tiger\u2019s Bride\u201d e \u201cThe Company of Wolves\u201d<\/a><br \/>\nDisserta\u00e7\u00e3o de mestrado, Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2013)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Investiga\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a e import\u00e2ncia fulcrais de \u201cA Bela e o Monstro\u201d em cinco contos de Angela Carter \u2013 principalmente \u201cThe Tiger\u2019s Bride\u201d e \u201cThe Company of Wolves\u201d mas ponderando-se tamb\u00e9m \u201cThe Courtship of Mr Lyon\u201d, \u201cThe Werewolf\u201d, e \u201cWolf-Alice\u201d \u2013, os quais s\u00e3o ainda posicionados na tradi\u00e7\u00e3o dos contos populares e contos de fadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Espelho meu, espelho meu, h\u00e1 algu\u00e9m que saiba quem sou eu?<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2013\/04\/09\/revista-bang-14\/\">Revista Bang! 14<\/a> (2013)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo sobre como diferentes artes adoptaram e adaptaram o conto de fadas \u201cBranca de Neve\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/ler.letras.up.pt\/uploads\/ficheiros\/11439.pdf\">From perfect housewife to rebellious princess: Snow White as portrayed by Disney and by Tarsem Singh<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/ler.letras.up.pt\/site\/default.aspx?qry=id05id1159&amp;sum=sim\">E-fabulations: e-journal of children\u2019s literature<\/a> (2012)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">An\u00e1lise comparativa da \u201cBranca de Neve\u201d cinematogr\u00e1fica produzida pela Disney, com a sua prevalente influ\u00eancia, e da adapta\u00e7\u00e3o do conto realizada por Tarsem Singh em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>L\u00e1grimas na Chuva<\/em> de Rosa Montero<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2012\/07\/09\/revista-bang13\/\">Revista Bang! 13<\/a> (2012)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>L\u00e1grimas na Chuva<\/em> desaproveita parte do potencial da realidade que constr\u00f3i, mas permanece um livro de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica bem constru\u00eddo, propulsionado por uma trama policial cativante. E por entre o virar de p\u00e1ginas imprime algumas d\u00favidas e inquieta\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><em>Fringe<\/em> \u2013 Gloriosamente na periferia<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2012\/03\/09\/revista-bang-12\/\">Revista Bang! 12<\/a> (2012)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Artigo sobre a s\u00e9rie televisiva de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica <em>Fringe<\/em>, considerada at\u00e9 ao final da sua terceira temporada.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>Para cima e n\u00e3o para norte<\/em> de Patr\u00edcia Portela<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2012\/03\/09\/revista-bang-12\/\">Revista Bang! 12<\/a> (2012)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>Para cima e n\u00e3o para norte<\/em> afirma-se pleno de originalidades, divers\u00f5es, diferentes leituras, e termina a sugerir novos princ\u00edpios.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"http:\/\/ler.letras.up.pt\/uploads\/ficheiros\/10090.pdf\">No In\u00edcio e no Fim: Da Utopia, Eutopia e Distopia em <em>Lord of the Flies<\/em> e nas suas Adapta\u00e7\u00f5es Cinematogr\u00e1ficas<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/ler.letras.up.pt\/site\/default.aspx?qry=id05id164&amp;sum=sim\">E-topia: Revista Electr\u00f3nica de Estudos sobre a Utopia<\/a> (2012)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Posicionamento da obra de William Golding <em>Lord of the Flies<\/em>, e das suas duas adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas, no dom\u00ednio dos estudos ut\u00f3picos.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>Mythago Wood<\/em> de Robert Holdstock<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2011\/10\/09\/revista-bang-11\/\">Revista Bang! 11<\/a> (2011)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>Mythago Wood<\/em> respira mitologia celta sem se esgotar nela e embora evite os usos habituais deste tipo de tem\u00e1ticas n\u00e3o tenciona neg\u00e1-los, preferindo reinvent\u00e1-los. O resultado \u00e9 uma obra original, surpreendente, prenhe de maravilhoso e interesse.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>O Quarto dos Horrores<\/em> de Angela Carter<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2011\/07\/07\/revista-bang-10\/\">Revista Bang! 10<\/a> (2011)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCarter escreveu certa vez que gostava de colocar vinho novo em garrafas velhas, em especial quando a press\u00e3o do vinho fazia a garrafa explodir. Em <em>The Bloody Chamber<\/em> ela promove a ruptura, o vinho novo estilha\u00e7a a velha garrafa e efectua o truque com toda a mestria de quem admira o original e sabe us\u00e1-lo para criar novas vozes, novas hist\u00f3rias e fasc\u00ednios de vastas resson\u00e2ncias.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>Sonho Febril<\/em> de George R. R. Martin<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2011\/03\/07\/revista-bang-9\/\">Revista Bang! 9<\/a> (2011)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMartin nunca hesita em destruir sonhos ou sacrificar personagens, conduzindo a narrativa por caminhos n\u00e3o totalmente felizes, mas muito mais veros\u00edmeis. O enredo consegue sempre aliciar embora a primeira parte se revele claramente superior \u00e0 segunda. Martin controla melhor o ritmo na primeira metade, utilizando a linguagem para criar uma ambi\u00eancia sugestiva das duas realidades em confronto: o luxo elegante do <em>Fevre Dream<\/em> e a decad\u00eancia da planta\u00e7\u00e3o de Julian. A repeti\u00e7\u00e3o de determinados voc\u00e1bulos ajuda tamb\u00e9m a estabelecer um contexto e uma imag\u00e9tica, mas tudo isto desaparece com o galopar da ac\u00e7\u00e3o na segunda metade. Ainda assim, <em>Sonho Febril<\/em> \u00e9 uma obra inteligente e cativante que perdurar\u00e1 na imagina\u00e7\u00e3o do leitor muito mais do que alguns dos seus suced\u00e2neos recentes.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>A Simb\u00f3lica do Espa\u00e7o em<\/em> O Senhor dos An\u00e9is <em>de J. R. R. Tolkien<\/em> de Maria do Ros\u00e1rio Monteiro<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2011\/03\/07\/revista-bang-9\/\">Revista Bang! 9<\/a> (2011)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMaria do Ros\u00e1rio Monteiro criou uma obra essencial para qualquer leitor activo de <em>O Senhor dos An\u00e9is<\/em>, para todos os estudiosos de Tolkien, para quem lida com o fant\u00e1stico. E a ampla bibliografia apresentada permite que este seja apenas o in\u00edcio de uma vasta viagem.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><a href=\"https:\/\/www.portaldaliteratura.com\/cronicas.php?id=46\">Entre a multiplicidade<\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/www.portaldaliteratura.com\/\">Portal da Literatura<\/a> (2010)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cr\u00f3nica para a rubrica Ra\u00edzes do Portal da Literatura abordando a estranheza de se dispensar conhecimento de \u00e1reas cient\u00edficas ou culturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Resenha a <em>O Le\u00e3o de Oz<\/em> de Gregory Maguire<br \/>\n<a href=\"https:\/\/revistabang.com\/2010\/08\/07\/revista-bang-8\/\">Revista Bang! 8<\/a> (2010)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<em>O Le\u00e3o de Oz<\/em> reaproxima-se do encanto sombrio de <em>A Bruxa de Oz<\/em>, mas continua a faltar-lhe alguma magia. Veremos o que sucede na anunciada quarta incurs\u00e3o pelas terras de Oz.\u201d<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Haver\u00e1 trilhos: Outras vozes se alevantam Revista Bang! 31 (2022) Artigo de opini\u00e3o a analisar alguns livros recentes que assentam sobre a reescrita de mitos e figuras hist\u00f3ricas, considerando ainda como essa pr\u00e1tica ajuda a desenvolver uma percep\u00e7\u00e3o mais completa da Hist\u00f3ria. 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